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A Fundação Renal Portuguesa esteve representada, na assinatura do protocolo, pelo Enfermeiro-Chefe, Luís Anacleto, e pela técnica de Serviço Social, Cláudia Patacas, enquanto da parte do Centro Social Adriano Rovisco Santos estiveram o Presidente, Jorge Correia, e pelo responsável administrativo, João Correia.

O Centro Social Adriano Rovisco Santos, de Casa Branca, concelho de Sousel, foi a primeira instituição parceira do Centro de Portalegre da Fundação Renal Portuguesa a assinar o protocolo de comunicação que visa contribuir para uma melhor ligação entre todos os elementos que acompanham o Insuficiente Renal Crónico. O objectivo desta iniciativa é aproximar as organizações e assegurar melhores condições e promover o tratamento integral e humanizado dos utentes da FRP.

Nesta quarta-feira, uma delegação da Fundação Renal Portuguesa esteve no Centro Social Adriano Rovisco Santos onde foi assinado o primeiro protocolo de comunicação com a instituição em causa. Este documento foi idealizado e desenvolvido com o intuito de melhorar a troca de informações entre as organizações cuidadoras dos insuficientes renais crónicos que fazem os seus tratamentos no Centro de Portalegre da FRP.

Em cada uma das estruturas existem vários interlocutores e, em algumas situações, há uma dispersão da informação. O protocolo agora assinado pretende optimizar as trocas de informação e contribuir para uma comunicação eficaz e eficiente entre todos os parceiros, sempre com o objectivo do bem-estar do Insuficiente Renal Crónico.

O protocolo foi assinado, por parte da Fundação Renal Portuguesa, pela técnica de Serviço Social, Cláudia Patacas, e, por parte do Centro Social Adriano Rovisco Santos, pelo Presidente da instituição, Jorge Correia. No final da cerimónia protocolar, o responsável desta organização de Casa Branca, realçou o trabalho desenvolvido no sentido de promover a qualidade de vida dos utentes que sofrem de Insuficiência Renal Crónica e saudou a iniciativa.

Por sua vez, Cláudia Patacas reforçou “a necessidade de existir uma sintonia máxima no mesmo propósito, que é a saúde e o bem-estar dos utentes. Uma boa comunicação é fundamental para atingir esse objectivo. O tratamento do Insuficiente Renal Crónico não é eficaz se não houver uma continuidade fora do centro. A rede de cuidadores é importante para que essa mesma continuidade exista. Há vários utentes institucionalizados em que, o número de interlocutores é vasto. Existe a necessidade de aproximar as instituições e foi com isso em mente que se procurou, através de um protocolo, criar mecanismos para que a comunicação seja eficaz”.